Famílias Gaúchas do Litoral Norte RGS

Famílias Gaúchas do Litoral Norte RGS

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Alguns dados sobre a árvore genealógica de famílias, ascendentes e descendentes para consulta no formato word. (Ascendentes e descendentes) e de registros paroquiais de Paróquias da Diocese de Osório, no formato pdf, familias do litoral norte do Rio Grande do Sul.

A região do litoral norte gaúcho tem a presença de muitas etnias em sua área territorial. Seja de origem lusa, afro-descedente, indigena, e de outros lados do Brasil tendo significancia nisto paulistas, cariocas, mineiros e nordestinos. Vindos da Europa de não lusos temos a presença principal de italianos, alemães e poloneses em nossa região litorânea gaúcha.

 

Alguns registros paroquiais trancritos e digitalizados para consulta no formato PDF  no período de 1843 a 1900, batizados e casamentos.. SAPATRULHA é o berço de um grande núcleo de familias, italianas, alemãs e principalmente de poloneses na jurisdição da antiga Paróquia de Santo Antonio da Patrulha a partir dos anos de 1860.


Galeria de Fotos Patrulhenses

Registros paroquiais trancritos a mão no período de 1773 a 1928, batizados e casamentos. Estão sendo disponibilizados para consulta inicial as informações no fomato pdf (ACROBAT READER) do livro número 1 de casamentos de Osório no período de 1773 a 1855. PARÓQUIA N.S. CONCEIÇÃO DO ARROIO FGL - CASAMENTO - LIVRO 001.pdf GENEALOGIA RIOGRANDENSE-não lusos.pdf GENEALOGIA RIOGRANDENSE-não lusos2.pdf BARRA DO OURO EM MAQUINÉ, RS documento wordETFALITBARRADOOURO_CAS01.pdf documento wordETFALITBARRADOOURO_CAS02.pdf.

Estão identificadas também para este trabalho as principais células familiares de Osório e Barra do Ouro, nesta última principalmente da etnia italiana.

Registros familiares trancritos a mão E POSTERIORMENTE PARA O PAF4.0, no período de 1773 a 1928, batizados e casamentos, com a identificação das células familiares. Pesquisa do Dr. Carlos Martins Futuro (in memorian) nos livros da paróquia de SÃO LUIS REI DE   FRANÇA. Os sobrenomes das familias mostardenses já os identificamos desde os sobrenomes iniciados pela letra "A" até os sobrenomes finais das familias mostardenses iniciados pela letra "Z", como por exemplo ZACA.

Alguns registros paroquiais trancritos a mão, DIGITADALIZADOS PARA CONSULTA NO FORMATO PDF, referentes ao período de 1826 a 1904, batizados e casamentos. Pode-se disponibilizar também deste período os descendentes das céculas famíliares torrenses constantes do primeiro livro de batizados e casamentos que forem solicitados no formato word para uma eventual troca de informações para aprimoramento e complementação deste trabalho após os anos de 1900.

A Capela de São Domingos de Torres, RS batizou e casou na sua jurisdição a partir de 1826, quando passou a ser um Curato, com sacerdote residente e a abertura dos livros de assentos paroquiais os luso-brasileiros, negros e índios ali residentes, os imigrantes alemães católicos ali chegados a Torres em 17 nov 1826 e também um grande número de catarinenses dado a proximidade com que o Curato de São Domingos da Torres ficava do rio Mampituba que fazia a divisa com o RGS, uma distancia de poucos quilômetros. Antes disso para batizarem os seus filhos ou casarem por exermplo a familia catarinense percorria quase 100 km para tanto até ARARANGUÁ.