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Em Genealogia

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CRISTÓVAO PEREIRA DE ABREU

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FORMAÇÃO TERRITORIAL

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Presença Açoriana

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Quilombolas no Território

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Em Genealogia

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GENEALOGIA PESSOAL DE MARCO ANTONIO VELHO PEREIRA:

Antepassados Marco Antônio Velho Pereira : Download Arquivo

Esta genealogia tem início com, os seguintes genearcas:

Clique no link  de cada genearca e você poderá visualizar seis gerações dos descendentes do mesmo.

Interesses supervenientes:

  • HISTÓRIA, GEOGRAFIA E GEOPOLÍTICA DO BRASIL E HEMISFÉRIO SUL;
  • GENEALOGIA MOLECULAR;
  • RELIGIÃO CRISTÃ.

CRISTÓVAO PEREIRA DE ABREU

CRISTÓVAO PEREIRA DE ABREU

CRISTÓVAO PEREIRA DE ABREU

Tropeirismo e Tropeiros

O tropeiros Cristóvão Pereira de Abreu e o seu sócio o Frei Carmelita Sebastião Alvares foram os pioneiros em desbravar o território platino para o sul do Brasil que ficou conhecido como TERRA DE NINGUÉM.

As rotas e caminhos abertos, POR ESTES PIONEIROS, desde a Colonia do Sacramento, Montevidéu, Chuy, Riogrande/São José do Norte, Caminho da Praia, via Torres, Morro dos Conventos e Araranguá no ínício. A seguir o Caminho de Tropas do Cristóvão Pereira de Abreu via Palmares, Campos de Viamão, Santo Antonio da patrulha, Vacaria e Lajes no planalto catarinense. Mais tarde, algumas decadas temos a Estrada da Laguna que possibilitava o transito em carretas de pessoas e comuns e as suas famílias em que vestigios da mesma aina podem ser vistos na planicie conteira gaúcha entre Capão da Canoa e Torres. 

Cristóvao Pereira de Abreu foi cognominado O CAVALEIRO DA TERRA DE NINGÚEM, pela sua presença estratégica para o império luso no Brasil, marcando a sua presença física desde a Colonia do Sacramento, Fundação de Montevidéu, Rio Grande, abertura dos Caminhos de Tropas do RGS para MG via Itú e Sorocaba até o seu falecimento em RG em 1755. Foram mais de sessenta anos neste mister.

Os tropeiros: José da Silva Bueno e Vicente de Camargo, em Palmares do Sul, foram os seus grande seguidores da jornada de CPA.

O CAVALEIRO DA TERRA DE NINGUÉM - VIDA E TEMPOS DE CRISTÓVÃO PEREIRA DE ABREU.

O escritor Silvio Medina através da Editora Prumo, em edição do ano de 2012 em obra escrita com o título: O CAVALEIRO DA TERRA DE NINGUÉM - Vida e tempos de Cristóvão Pereira de Abreu. é uma obra ao mesmo tempo com fundamentos históricos, bem documentada, mas ao mesmo tempo teve carácter ficcional dado ao secretismo em que ficou a vida deste portugues. Nesta obra explicitamente o autor traça uma biografia detalhada, dentro do possível, sobre o tropeiro Cristóvão Pereira de Abreu, em suas andanças do Rio de Janeiro para a Colonia do Sacramento, o território uruguaio, o extremo sul do Rio Grande do Sul e sua Planície Costeira.  Nesta rota tropeira descrita do Cristóvão Pereira é incluido Palmares do Sul convergindo a rota tropeira do caminho da praia na altura do Quintão para o interior passando pela sede da Sesmaria Palmares, dali para Capivari, os Campos de Viamão que uniam o caminho vindo da praia com a rota dos tropeiros em direção a Santo Antonio da Patrulha e dái para Vacaria e Lajes em SC.  As invernadas desta época inicial dos tropeiros se localizavam desde perto da Ilha Grande, Lagoa do Casamento, lugar este que era conhecido como ALMAS ou Rincão do Anastácio, pelas margens da Lagoa dos Patos até os campos de Viamão. Segundo Silvio Medina e documentos de petição e requerimentos em obter concessão de sesmarias, antes de 1750, os dois primeiros invernadores de gados desta região e também negociantes e tropeiros foram: o frei SEBASTIÃO ALVARES e o seu sócio CRISTÓVÃO PEREIRA DE ABREU. Hoje Palmares do Sul tem um dos seus distritos com o nome de Frei Sebastião.

FORMAÇÃO TERRITORIAL

FORMAÇÃO TERRITORIAL

FORMAÇÃO TERRITORIAL

1807 - Primeiros Municípios do RGS - PORTO ALEGRE, RIO GRANDE, RIO PARDO E SANTO ANTONIO DA PATRULHA

16/12/1857 - EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE CONCEIÇÃO DO ARROIO, hoje Osório-RS.

 

 

Os municípios desmembrados de Osório.

MICRO-REGIÃO DE OSÓRIO DO IBGE. SÃO PELA ORDEM CRONOLÓGICA:

Torres (1878), Tramandaí (1964), Capão da Canoa e Palmares do Sul (1982).

MUNICÍPIOS EMANCIPADOS DE TORRES:

Arroio do Sal, Três Cachoeiras, Dom Pedro de Alcântara, Mampituba, Morrinhos do Sul, Três Forquilhas.

DE Osório: Terra de Areia e Maquiné. 
DE Tramandaí: Cidreira e Imbé.
DE Terra de Areia: Itati.
DE Cidreira: Balneário Pinhal.
DE Palmares do Sul: Capivari do Sul.
DE Capão da Canoa: Xangri-lá.

Integram também esta região geográfica do Rio Grande do Sul sendo todos integrantes da ALIMNORTE os municípios de Mostardas e desmembrado deste o de Tavares 

BISPADO e DIOCESE DE OSÓRIO

Na região da MICROREGIÃO DE OSÓRIO DO IBGE.SÃO PELA ORDEM CRONÓLOGICA:

As Paróquias que constituem o Bispado e Diocese de Osório praticamente se confundem com os municípios que integram a AMLIMNORTE.  No Bispado temos os municipios de SAP, ROLANTE e RIOZINHO que não integram a AMLINORTE. E os municipios de Mostardas e Tavares que integram a AMLINORTE não pertencem a DIOCESE DE OSÓRIO e sim a DIOCESE DE RIO GRANDE.

 

Presença Açoriana

Presença Açoriana

Presença Açoriana

Presença Açoriana

Em Osório e na sua microregião.

A herança açoriana - O CASO DA FAMÍLIA ALVES (Maquiné, Osório e Palmares do Sul). 

A fundação das freguesias e os casais açorianos.

Em Gravatahy, Paróquia da Aldeia dos Anjos.

Em Mostardas, Paróquia de São Luis Rei de França.

Festa do Divino e Terno de Reis

Conceição do Arroio (Osório) e Porto Alegre, o porto dos casais.

 

Quilombolas no Território

Quilombolas no Território

Quilombolas no Território

Núcleos na microregião de Osório já conhecidos:

- Casca, em Mostardas; A família de Teresa Lopes de Matos e Gabriel Mathias Velho. 

- Limoeiro, em Palmares do Sul; Familias Jorge, Oliveira e Gomes.

- Costa da Lagoa, em Capivarí do Sul; A família Santiago.  A familia Conceição.

- Morro Alto, em Maquiné.  Brancos e afro-descendentes da família Marques da Rosa e Nunes da Silveira.

Observação: As Comunidades tradicionais da Casca, em Mostardas e do Morro Alto em Osório, já foram documentadas. As Comunidades de Limoeiro, em Palmares do Sul e da Costa da lagoa no municipio de Capivarí do Sul estão em Processo de Estudo.

Todas estas Conunidades Tradicionais de Afro-descendentes vinculam-se os integrantes destas comunidades e os seus descendentes a uma mesma família gaúcha presente no RGS desde a fundação do forte Jesus maria José no ano de 1737 em Rio Grande. Esta família ´é formada pelo casal e seus filhos: FRANCISCO GONÇALVES RETORTA CASADO COM ANA PEREIRA DE SOUZA e os seus filhos: MÔNICA, QUITÉRIA, MARIA JOAQUINA e ROSA.